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Os apelos do mundo digital ecoam em todas as áreas da atuação profissional. E por isso, é iminente a necessidade de líderes habilitados para responder às novas demandas organizacionais. Estar presente como referencial de atuação perante as equipes de trabalho requer, mais do que nunca, competências especiais. A era da Transparência chegou junto com a revolução digital, com tecnologias que permitem que tudo seja divulgado em tempo real, destacando impiedosamente os erros e os acertos na tratativa com empregados, negócios, clientes, parceiros e sociedades.

A função de Liderança exige uma composição de competências estratégicas, digitais e comportamentais para responder as mudanças evolutivas que são impostas a cada dia nas organizações. É preciso compreender a utilidade das mídias e redes sociais para adotar processos e práticas que revelem diferenciais no mundo dos negócios. Da mesma forma, é preciso aproveitar a tecnologia para experimentar novas possibilidades de interagir com a equipe de trabalho, para combinar a condução de procedimentos com a agilidade decisória.

Para aqueles que pretendem ocupar cargos de liderança e também para aqueles que buscam a sustentabilidade na posição, vale aproveitar o aparato tecnológico disponível para a gestão de uma rotina compensatória de realizações, sem causar sombreamento nos liderados. É preciso desenvolver qualidades que fortaleçam a confiança e a credibilidade da equipe, ou seja, aquelas qualidades que revelam aspectos admiráveis da própria personalidade, especialmente: Coerência, Empatia, Resiliência, Versatilidade e Ousadia.

Gestores inseguros na direção dos próprios passos, com discursos diferentes das práticas adotadas, em geral, são ignorados pelos liderados, que não identificam neles um referencial capaz de promover o sucesso da organização. As qualidades CERVO  permitem ao líder constituir-se como modelo exemplar, que pode inspirar outros no processo de autodesenvolvimento e superação de limitações pessoais e profissionais.

As organizações que capacitam as suas lideranças estão construindo os caminhos da própria perenidade, pois um dos maiores motivos de perda de talentos nas organizações atuais reside na falta de confiança no gestor, pela incapacidade de responder as demandas da função de liderança.

No novo mundo que se apresenta, será essencial favorecer a adaptação de pessoas e organizações aos cenários disruptivos das mudanças incessantes.  E a função de ponte, canal ou elo de ligação entre o que era e o que será reflete o grande desafio das lideranças: como incentivar os liderados à expressão da inteligência ativa de protagonismo nas equipes de trabalho?

Vale a reflexão…

“A CRIATIVIDADE É A DIVERSÃO DA INTELIGÊNCIA” Einstein

Sou professora, consultora, escritora, doutora em Administração de Negócios, graduada em Administração de Empresas, com Especialização e Mestrado em Gestão de Pessoas. Tenho como meu maior compromisso profissional, a educação corporativa. Trabalho construindo programas de capacitação de pessoas para empresas e instituições de ensino. Os aeroportos e hotéis são meus escritórios de apoio... Meu lema é “Amar o Saber para Saber Amar”.