mea-autoajuda

Sempre defendo a importância do autoconhecimento, ou seja, defendo a necessidade de nós nos conhecermos para que possamos tomar, se não a decisão perfeita, pelo menos, a mais acertada possível. Sempre defendo a ideia de não terceirizarmos decisões cujas consequências seremos nós quem as sofreremos.
E foi com esta convicção que um dia desses presenciei um debate no qual se discutia o valor das publicações intituladas como autoajuda. Alguns criticavam, outros defendiam e, no meu canto, com minha veia acadêmica, eu observava e pensava: Ah estes livros não provocam reflexão crítica, vendem felicidade…, mas antes que eu continuasse a refletir com base em meus preconceitos, fui interrompida por um participante que nos questionou: um livro de autoajuda não teria como objetivo fazer com que o leitor não terceirizasse a ajuda que necessita, ou seja, um livro de autoajuda não teria como objetivo oferecer ao leitor condições para que ele próprio o ajude? Se sim, por que tanto preconceito? Se tais publicações “falam”, o que aquele leitor precisa “ouvir”, para que ele consiga agir, que mal há nisso?
Confesso que ainda estou amadurecendo tal debate em minha mente e, portanto, não tenho uma resposta que possa, hoje, me colocar do lado de quem defende ou em seu oposto. Entretanto, aceito, sim, que em alguns momentos algumas palavras são “mágicas” e, portanto, tendo ou não uma narrativa espetacular, estes textos possuem bons créditos. E vocês o que pensam?

Sou Mestre e Doutora em Administração de Empresas, ministro cursos de MBA, em todo o território nacional, peViviane Narduccila FGV e ESPM, tenho forte experiência executiva no setor público e realizo consultorias e programas de capacitação em Gestão Estratégica de Pessoas em organizações públicas e privadas. Tudo isso só é possível porque, acima de tudo, adoro conhecer pessoas e trocar experiências. Além disso, adoro moda, decoração, gastronomia, conhecer novos lugares….