Mea critica construtiva

Isso existe de fato? Pergunto para vocês como se sentiram quando alguém falou na empresa: “Vim te fazer uma crítica mas, é uma crítica construtiva…”. Isso é uma prática curiosa, inclusive em processos estruturados de feedback nas empresas, porque não se sabe qual é o parâmetro de avaliação que distingue crítica construtiva e destrutiva. E até que ponto se considera o comprometimento emocional na situação.

Entendo que crítica é crítica e deve ser assumida como tal, em sua base de revelar “vereditos”. A atitude de assertividade pressupõe o prévio entendimento de que ninguém é detentor de uma “verdade absoluta”. Por isso, o que fazemos é compartilhar a nossa visão, como enxergamos determinada situação ou impacto de comportamentos na qualidade de relacionamentos e  resultados profissionais.

Não é dar um feedback e sim oferecer o quanto você enxerga. Qual a diferença entre as duas formas? Está na atitude. Em uma existe afirmação impositiva, na outra apenas uma contribuição.

Temos um pacto humano de aprimoramento contínuo, consciente ou inconscientemente. Temos o anseio de melhorar a humanidade e o mundo para as futuras gerações, queremos zelar pela nossa perpetuidade com filhos e netos.

Mea critica construtiva (2)Por isso, vale lembrar daquela palavra mágica chamada COERÊNCIA, quando vamos interagir, especialmente em processos avaliativos com os colegas de trabalho. A pauta de avaliação deve cumprir sua finalidade maior que é de ampliar a visão de todos sobre o a própria atuação perante os resultados organizacionais.

Sensibilização e conscientização mútuas, para destacar uma atuação de qualidade pessoal e profissional representa o nosso compromisso no cenário das organizações. Sem dúvida, é simples de compreender, porém difícil de praticar pois demanda generosidade e maturidade.

Mesmo assim, vale como reflexão. Escrevi sobre isso, porque um aluno relatou magoado a sua experiência com um colega de trabalho num processo de feedback, no qual o efeito foi negativo pela cisão da equipe e pelo clima de desconfiança que gerou entre colegas. Há que se preparar as pessoas para interagir, cooperar e realizar!!!

Este tema é abordado em nossas oficinas e workshops. Entre em contato para compor  uma proposta adequada a sua empresa.

“Trate as pessoas como se elas fossem o que poderiam ser e você as ajudará a se tornarem aquilo que são capazes de ser” . Goethe

Sou professora, consultora, escritora, doutora em Administração de Negócios, graduada em Administração de Empresas, com Especialização e Mestrado em Gestão de Pessoas. Tenho como meu maior compromisso profissional, a educação corporativa. Trabalho construindo programas de capacitação de pessoas para empresas e instituições de ensino. Os aeroportos e hotéis são meus escritórios de apoio... Meu lema é “Amar o Saber para Saber Amar”.